MÃOS SOLIDÁRIAS

AEA celebra 40 anos de acolhimento a crianças em Campinas

Associação Evangélica Assistencial completa 40 anos em novembro e atende 120 crianças em contraturno escolar no Jardim Santa Rosa.

MÃOS SOLIDÁRIAS · 2026-10-26

Mãos SolidáriasAEAAssistência SocialIgreja Presbiteriana de CampinasEducação InfantilCampo Grande
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O programa Mãos Solidárias desta edição apresentou o trabalho da Associação Evangélica Assistencial (AEA), entidade que completa 40 anos em novembro e que atua em sete unidades ligadas à Igreja Presbiteriana de Campinas. A conversa foi conduzida com Marcelo Santos, presidente da entidade há 10 anos, na unidade AEA Conviver, localizada no Jardim Santa Rosa, região do Campo Grande.

A unidade visitada funciona há quase 20 anos em parceria com a Secretaria de Ação Social da Prefeitura de Campinas e recebe crianças em contraturno escolar, oferecendo atividades como violão, teatro, dança, culinária, informática e esportes. Segundo Marcelo Santos, o objetivo é complementar o que as escolas muitas vezes não conseguem oferecer e fortalecer os vínculos das crianças com a comunidade. Ao todo, 120 crianças são atendidas, divididas entre os turnos da manhã e da tarde, com uma equipe de cerca de seis colaboradores fixos, número que mais que dobra em dias de eventos com a ajuda de voluntários da igreja e da própria comunidade.

A AEA nasceu na Vila Formosa e hoje mantém, além da unidade do Santa Rosa, três outras unidades com convênio de cogestão junto à Secretaria de Educação, dedicadas à educação infantil. Segundo o presidente, a entidade foi pioneira em Campinas nesse modelo de parceria, tendo administrado a primeira unidade desse tipo na cidade ainda na gestão do então prefeito Hélio. Toda a diretoria, o conselho fiscal e o conselho de administração são formados por voluntários ligados à Igreja Presbiteriana de Campinas, que também contribui financeiramente e com mão de obra.

Durante a pandemia, a unidade do Santa Rosa se tornou ponto de referência para distribuição de cestas básicas e de cartões de auxílio, em parceria com a FEAC, entidade à qual a AEA é filiada. Marcelo Santos destacou ainda os desafios atuais, como a demanda crescente por vagas, que poderia passar de 120 para 160 crianças caso haja mais recursos, e a necessidade urgente de trocar o telhado do prédio, que é da Prefeitura de Campinas e está sob comodato da associação. A entidade busca parcerias com empresas e emendas parlamentares para viabilizar a obra, como já ocorreu em projeto anterior voltado ao enfrentamento do abuso sexual infantil, desenvolvido em parceria com a Unicamp.

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